O Vasco da Gama encara, nesta terça-feira (22), no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro, um dos desafios mais complexos de sua trajetória recente no cenário continental. O clube carioca precisa de um verdadeiro ‘milagre’ para superar o Independiente del Valle, do Equador, e avançar às oitavas de final da Copa Sul-Americana. No duelo de ida, realizado em 15 de julho, no estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, o time brasileiro foi surpreendido com uma goleada de 4 a 0, marcando um dos piores desempenhos das equipes brasileiras na competição nos últimos anos[1][3][8].
A partida de ida revelou fragilidades no Vasco e destaque para o Independiente del Valle. Logo aos 11 minutos, a expulsão de Lucas Pitón deixou o time brasileiro com um a menos pela maior parte da partida. Já com desvantagem numérica, o Vasco sofreu gols de Mateo Carabajal, ainda no primeiro tempo, e, na etapa complementar, viu Patrick Mercado e Claudio Spinelli ampliarem a vantagem equatoriana. Mercado ainda fechou o placar com um belo chute, confirmando a superioridade dos mandantes[1][3][5]. O Vasco não conseguiu reagir, mostrando pouco poder ofensivo e, estatisticamente, registrou apenas 24% de posse de bola e 33 finalizações sofridas – números que comprovam o domínio absoluto dos equatorianos[5].
Diante do placar elástico, o Vasco precisa vencer por cinco gols de diferença para avançar – caso supere o adversário por quatro, o desempate vai para os pênaltis. A missão parece hercúlea, considerando o equilíbrio de forças apresentado nos compromissos anteriores e a fase do Cruz-Maltino, que também se preocupa com o Campeonato Brasileiro, lutando para fugir da zona de rebaixamento[2][5]. O Independiente del Valle, por sua vez, demonstrou força e já visa a uma classificação tranquila, podendo até perder por três gols que ainda assim garantirá o avanço[5].
Além do aspecto esportivo, o confronto carrega significados simbólicos para ambas as torcidas. O Vasco tenta resgatar a tradição de grandes noites europeias, enquanto o Independiente del Valle busca consolidar seu nome entre as principais forças do futebol sul-americano. O cenário é propício para grandes surpresas, mas, com o retrospecto e a necessidade do placar, o drama está posto para a nação vascaína, que torce para que o time reescreva a história em São Januário.
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