O Vasco da Gama conquistou uma importante vitória fora dos campos ao conseguir a liberação da Fifa para registrar novos reforços, revertendo o transfer ban imposto pela entidade máxima do futebol mundial. A punição havia sido aplicada devido à dívida do clube com o Newell’s Old Boys, da Argentina, referente à contratação do meia Juan Sforza. Contudo, o clube carioca está em processo de recuperação judicial, o que inviabilizava o pagamento da dívida conforme as regras judiciais, e essa condição foi reconhecida pela Fifa, que suspendeu a penalidade nesta quarta-feira (23 de julho de 2025)[1][3][5].
A dívida que originou o bloqueio exigia o pagamento de US$ 2,3 milhões líquidos aos argentinos, além de US$ 345 mil de multa, totalizando cerca de R$ 15 milhões. Apesar de não ter quitado o valor, o Vasco conseguiu a liberação com base no seu contexto judicial, alinhado às normas do Código Disciplinar da Fifa. Com essa decisão, o clube está plenamente autorizado a registrar novos jogadores tanto em âmbito nacional quanto internacional[1][3].
O anúncio da liberação chega em um momento delicado para o Vasco, que enfrenta desafios administrativos e esportivos. Após o rebaixamento recente e uma crise institucional marcada por renúncias e insatisfação interna, a diretoria busca reequilibrar o elenco para a sequência da temporada 2025. Segundo declarações do diretor de futebol Admar Lopes, as prioridades da diretoria estão em trazer reforços pontuais para as posições de atacante e meio-campo, setores identificados como carentes para melhorar o rendimento do time sob o comando do técnico Fernando Diniz[2].
Além dos esforços para novas contratações, o clube trabalha na renovação contratual do goleiro Léo Jardim, peça fundamental que desperta interesse de equipes do exterior. A expectativa da diretoria é concluir essa negociação para manter estabilidade no gol da equipe[2].
Cabe destacar que, antes do transfer ban, o Vasco já havia contratado jogadores importantes como Benjamin Garré, Nuno Moreira e Loide Augusto, que foram regularizados e puderam estrear normalmente, contribuindo principalmente para o setor ofensivo, que necessitava reforços diante da ausência por lesões de titulares como David e Adson[4].
Com a suspensão da punição da Fifa, o Vasco da Gama retoma o pleno direito de inscrever atletas para disputar as competições, fundamental para a reformulação do elenco e a busca por melhores resultados no restante da temporada. A decisão reforça a importância da recuperação judicial como instrumento para clubes superarem dificuldades financeiras e administrativas, permitindo ainda uma gestão responsável e transparente na condução do clube, conforme reforça o próprio Vasco em nota oficial[3].
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