Após a goleada histórica por 4 a 0 sofrida para o Independiente del Valle, na altitude de Quito, o clima no Club de Regatas Vasco da Gama atingiu um ponto intenso de insatisfação, culminando em um protesto organizado pela torcida organizada Força Jovem no CT Moacyr Barbosa, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. O episódio, autorizado pela diretoria, reuniu integrantes da torcida, dirigentes, comissão técnica e jogadores em um momento tenso e decisivo para o futuro do clube na temporada[2][4].
O Vasco vinha tratando a Copa Sul-Americana como prioridade em 2025, mas acumulou vexames na competição. Além da goleada no Equador, o clube perdeu por 4 a 1 para um adversário considerado de menor porte, o Puerto Cabello, e empatou contra o Melgar no Peru depois de estar vencendo por 3 a 1. Em casa, a única vitória clara foi contra o Melgar por 3 a 0, enquanto outras partidas foram marcadas por atuações irregulares e vaias da torcida. O saldo da campanha é preocupante, com 12 gols sofridos fora de casa e apenas um ponto conquistado nesse cenário[1][5].
No protesto no CT, o técnico Fernando Diniz reconheceu a gravidade da situação e prometeu ‘dar a vida’ para reverter o momento negativo, demonstrando empatia diante da cobrança da torcida organizada, que exige mudanças urgentes na postura dos jogadores e nos resultados. O presidente Pedrinho também esteve presente e recebeu os torcedores para dialogar[2].
A tensão ficou evidenciada em confrontos diretos com alguns atletas, como o zagueiro João Victor, que foi criticado pela sua conduta fora de campo, incluindo reclamações sobre sua frequência em atividades sociais durante o período delicado vivido pelo time. A reação de João Victor a essas críticas gerou ainda mais revolta nos membros da Força Jovem, que não aceitaram um tom considerado irônico por parte do jogador[2][6].
Além do desgaste emocional, o Vasco enfrenta um desafio inédito. Para avançar às oitavas de final da Sul-Americana, o clube precisa vencer por uma diferença de cinco gols o jogo de volta contra o Independiente del Valle, algo que nunca foi conseguido por nenhum clube na história da competição. A missão, portanto, é considerada quase impossível, o que aumenta a pressão para a próxima partida que será disputada em São Januário[3].
O próximo compromisso pelo Campeonato Brasileiro aconteceria já no sábado seguinte contra o Grêmio, em um momento em que o Vasco busca fugir da zona de rebaixamento e reencontrar uma sequência positiva. A cobrança da torcida demonstra o desejo de mudanças imediatas para transformar a situação e salvar o clube de um cenário preocupante, tanto na Sul-Americana quanto no Brasileirão[2].
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