PC Oliveira encerra polêmica de arbitragem em Vasco x Grêmio

## PC Oliveira encerra polêmica de arbitragem em Vasco x Grêmio

O clássico entre Vasco e Grêmio, válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro e realizado no último sábado (19) em São Januário, ficou marcado por um dos lances mais polêmicos da rodada, envolvendo arbitragem, tecnologia do VAR e debates acalorados entre torcidas, atletas e comentaristas. Ao final, as disputas foram encerradas com a análise técnica do comentarista de arbitragem Paulo César Oliveira, o PC Oliveira, que trouxe clareza após minutos de tensão, dúvidas e reclamações intensas por parte de ambas as equipes.

O jogo, que terminou empatado em 1 a 1, teve o momento decisivo ainda na primeira etapa, quando o Vasco chegou a celebrar o que seria seu primeiro gol. Aos 34 minutos, Piton cobrou falta na área do Grêmio. A bola, mal afastada por Alex Santana, sobrou para Lucas Freitas, que arriscou o chute, parou no pé de Hugo Moura e, então, acabou no fundo da rede. A euforia durou pouco: o árbitro Felipe Fernandes, orientado pelo VAR, anulou o gol por impedimento de Vegetti, atacante vascaíno, no momento da cobrança da falta[1].

Segundo o comentarista Saimon Bianchini, as linhas foram traçadas e, de fato, existia o impedimento. Coube ao árbitro interpretar se o atacante participou ativamente do lance, interferindo na marcação do Grêmio. ‘Para mim, sim, ele interfere puxando o sistema de marcação do Grêmio nesse começo de jogador’, afirmou Bianchini, reforçando que, pelo regulamento, o gol foi corretamente anulado[1]. Vegetti, portanto, estava envolvido na jogada, mesmo sem o contato direto com a bola, já que influenciou a defesa adversária.

Além do impedimento, houve reclamações por parte dos jogadores do Vasco, que pediram pênalti por suposto toque na mão de Alex Santana, e do zagueiro Kannemann, que alegou ter sofrido carga nas costas do vascaíno João Victor antes do lance do gol. Porém, a análise do VAR focou apenas no impedimento, e os demais lances foram enquadrados como interpretações subjetivas do árbitro, sem revisão no vídeo[1].

O debate continuou a esquentar fora do gramado. No intervalo, PC Oliveira, referência nacional em análise de arbitragem, apresentou seu parecer ao vivo, trazendo o quebra-cabeça do lance para o público. Ele explicou que, na cobrança de falta, o impedimento de Veggetti foi claro e que o jogador, mesmo sem tocar diretamente na bola, participou da jogada ao atrair a atenção dos defensores, influenciando diretamente no desenrolar da ação – critério indispensável para a anulação do gol[1].

O polêmico episódio gerou seis minutos de paralisação e insatisfação das duas equipes, que sentiram prejudicados pela decisão. Mano Menezes, treinador do Grêmio, e Fernando Diniz, do Vasco, receberam cartões amarelos após protestos veementes à beira do campo. ‘Tem de dar amarelo para mim mesmo. O cara faz uma c* dessa e vai dar amarelo para mim?’, ironizou Diniz, evidenciando o clima tenso do duelo[2].

Ao fim, o placar não reflete apenas o equilíbrio no gramado, mas também a intensidade de uma decisão que poderia ter mudado o destino da partida. Mais do que o resultado, o clássico serviu de exemplo para a necessidade cada vez maior de transparência e esclarecimento na arbitragem do futebol brasileiro. PC Oliveira, com sua análise técnica e didática, ajudou a desarmar a polêmica, mostrando como o VAR pode ser aliado – mas também fonte de debate – na busca pelo jogo justo[1].

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