Os planos de Fernando Diniz para substituir Coutinho, desfalque do Vasco por lesão

O Vasco da Gama enfrenta um momento desafiador após perder por 4 a 0 para o Independiente del Valle na primeira partida dos playoffs da Copa Sul-Americana, realizada em Quito. A situação ficou ainda mais complicada pela ausência do meia Philippe Coutinho, principal articulador do time, que está fora por uma lesão na panturrilha esquerda e deve retornar apenas no final de julho[1][3][5].

O técnico Fernando Diniz tem uma missão árdua neste momento: montar uma equipe competitiva na ausência do camisa 10 e tentar surpreender o adversário na partida de volta, que será realizada em 22 de julho, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro[3][5][6]. Coutinho, que vinha se destacando durante a intertemporada do Vasco, sentiu dores antes do clássico contra o Botafogo, chegou a jogar, mas teve que ser substituído, ficando de fora das partidas seguintes contra Independiente e Grêmio[5].

Para suprir a ausência de Coutinho, Fernando Diniz já testou várias alternativas. Em três jogos recentes sem o meia, o treinador usou diferentes formações e jogadores: contra o Fluminense, Tchê Tchê atuou mais adiantado; contra o Independiente, GB entrou no meio-campo, mas uma expulsão precoce prejudicou a equipe; diante do Grêmio, com GB lesionado, David foi escalado como segundo atacante, apresentando bom desempenho[1][5]. O desafio é encontrar um equilíbrio entre criatividade e solidez defensiva para que o Vasco não perca o ritmo e continue competitivo na Sul-Americana[1].

A derrota por 4 a 0 em Quito evidenciou a força do Independiente del Valle, que marcou os gols com Mateo Carabajal, Patrik Mercado (duas vezes) e Claudio Spinelli. A equipe equatoriana jogou com um homem a menos para grande parte da partida, após expulsão de Lucas Piton, mas soube explorar a vantagem numérica e dominou o confronto[2][4]. Para avançar à próxima fase da competição, o Vasco precisa de um resultado improvável no jogo de volta.

O retorno de Coutinho é muito aguardado pelo Vasco e pelo técnico Fernando Diniz, que enxerga no meia a peça-chave para reacender a criatividade do time. Enquanto isso, as decisões de escalação e estratégia seguem sendo um fator determinante para o time cruzmaltino em sua luta para seguir vivo na Copa Sul-Americana[1][3][5].

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