A organizada do Vasco, Força Jovem, emitiu uma nota oficial nas redes sociais após a recente eliminação precoce do clube na Copa Sul-Americana, evento que intensificou a crise interna no Cruz-Maltino. A nota da Mancha Negra, outra torcida organizada, classificou o revés como ‘frustrante e desolador’, destacando que a queda não representa somente um insucesso esportivo, mas expõe a falta de planejamento, comprometimento e respeito histórico dentro do clube[5].
O confronto contra o Independiente del Valle, que deveria simbolizar uma reabilitação, ficou marcado por uma atuação desorganizada, com erros defensivos básicos e um sistema ofensivo ineficiente, conforme relatado na nota oficial. O jogo de volta, realizado em São Januário, terminou empatado em 1 a 1, mas não foi suficiente para reverter a goleada de 4 a 0 sofrida no jogo de ida, em Quito. A vantagem dos equatorianos consolidou a eliminação do Vasco da competição com um placar agregado de 5 a 1[2][5].
O clima pós-jogo foi tenso, com vaias da torcida e protestos direcionados principalmente ao presidente Pedrinho, evidenciando o descontentamento com a atual gestão e os resultados da equipe. Durante a partida, uma parte da Força Jovem chegou a abandonar o estádio em sinal de protesto pela postura e desempenho da equipe em campo[5]. Essa situação é parte de um quadro de crise institucional que vem se agravando, chegando a denúncias de agressão dentro das dependências do clube relacionadas à alta cúpula, fato que reforça o colapso nos bastidores vascaínos[1].
A eliminação foi um duro golpe para o Vasco, que no início da temporada enxergava a Copa Sul-Americana como uma oportunidade concreta de título e recuperação de prestígio. A direção havia prometido reforços para fortalecer o elenco, além de usar a competição como instrumento de atração para o treinador Fernando Diniz, entre outros. Contudo, o desempenho dos atletas e as falhas administrativas culminaram em um retorno frustrante aos torneios internacionais após cinco anos de ausência[4].
A situação atual acentua ainda mais a crise, e a postura das organizadas retrata a insatisfação não apenas com os resultados, mas principalmente com a estrutura e condução do clube em um momento decisivo. As tensões entre torcedores, diretoria e jogadores criam um ambiente complexo que necessita de resposta rápida e eficaz para frear o declínio recente e restaurar a competitividade e a tradição do Vasco da Gama no futebol nacional e continental.
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