Fernando Diniz surpreende com ajustes na zaga do Vasco para embate crucial da Copa Sul-Americana
A pressão aumentou no Estádio São Januário: o Vasco da Gama enfrenta o Independiente del Valle-EQU nesta terça-feira (22) em um jogo que pode ser considerado de ‘vida ou morte’ para a equipe carioca. Com uma derrota pesada por 4 a 0 na primeira partida, realizada no Equador, o Vasco precisa de uma verdadeira façanha para se recuperar e avançar na Copa Sul-Americana, principal objetivo de sua temporada internacional[1][3].
O técnico Fernando Diniz não mediu esforços para tentar reverter o quadro. Uma das principais mudanças anunciadas foi a escalação de Hugo Moura na zaga, posição em que não é tradicionalmente visto, mas que pode ser decisiva para tentar manter a solidez defensiva e liberar outros jogadores para o ataque[2]. Além disso, Diniz promoveu outras alterações no time titular: Victor Luís, Jair e David entraram no lugar de Lucas Piton (suspenso), Lucas Freitas e Gabriel Pec (GB), respectivamente[1]. O objetivo é claro: buscar o ataque desde o início e tentar reverter o placar, algo inédito na história recente do clube.
A escalação confirmada do Vasco para o jogo foi: Léo Jardim; Paulo Henrique, João Victor, Hugo Moura e Victor Luís; Jair, Tchê Tchê, Rayan e Nuno Moreira; David e Vegetti[1]. O detalhe de Hugo Moura atuando como zagueiro chama atenção, já que o jogador costuma atuar no meio-campo, demonstrando o desespero de Diniz para tentar algo diferente em uma partida sem margem para erros.
Do outro lado, o Independiente del Valle chega ao Rio de Janeiro com a vantagem do placar somado e a confiança em alta, já que mantém uma invencibilidade de 11 jogos e três vitórias consecutivas, incluindo triunfo sobre o Aucas na última rodada do campeonato local[3]. A equipe equatoriana sabe que, mesmo uma derrode apertada, pode ser suficiente para a classificação, o que a deixa em posição de controle.
Para o Vasco, o cenário é desafiador: além da necessidade de vencer por quatro gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis, o time vem de uma sequência irregular no Brasileirão, com apenas um gol marcado em julho, em empate contra o Grêmio no último sábado[3]. A torcida espera que a mudança tática e a força do mando de campo sejam suficientes para reescrever a história e buscar o tão sonhado milagre no São Januário.
Independentemente do resultado, o jogo marca um teste de caráter para o elenco vascaíno e para o trabalho de Fernando Diniz, que assumiu o comando técnico com a missão de resgatar o prestígio do clube no cenário nacional e internacional. Se a virada ocorrer, será lembrada por anos como uma das maiores façanhas da história do Vasco na Copa Sul-Americana.
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