PM escala 750 homens para Flamengo x Vasco após operação contra organizadas

A Polícia Militar do Rio de Janeiro escalou um contingente de 750 homens para reforçar a segurança no clássico Flamengo x Vasco, que será realizado no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. A ação ocorre três dias após a realização da ‘Operação Pax Stadium’, uma megaoperação da Polícia Civil contra torcidas organizadas dos principais clubes do Estado — Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense —, que cumpriu 39 mandados de busca e apreensão em diferentes endereços, incluindo as sedes das principais uniformizadas[1][3].

A ‘Operação Pax Stadium’ teve como foco principal combater criminosos infiltrados nas torcidas que utilizam a fachada de torcedores para praticar atos violentos, incluindo confrontos, roubos e homicídios. Durante a ação, dois homens foram presos em flagrante: um por confronto com policiais e outro por posse ilegal de arma de fogo; além disso, foram apreendidos dois fuzis[1][5]. A Polícia Civil destacou que os investigados vinham utilizando redes sociais para marcar confrontos que resultaram em feridos e até mortes recentes. O objetivo da operação é reunir informações para desarticular essas organizações criminosas que atuam dentro das torcidas[1][3].

Em complemento à operação, o 6º BPM (Tijuca) reforçará o policiamento na região da Praça Varnhagen, tradicional ponto de concentração dos torcedores em dias de jogos, localizada próxima ao estádio[1]. O Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (BEPE), uma tropa de elite especializada no policiamento em eventos esportivos, será fundamental neste esquema, atuando tanto dentro do estádio quanto no seu entorno para garantir a segurança e a ordem pública durante a partida[2][4].

Este reforço policial acontece em um momento sensível para a segurança do futebol carioca. Recentemente, o presidente da Torcida Jovem do Flamengo foi preso em operação da Delegacia de Homicídios da Capital, acusado de envolvimento na morte de um torcedor vascaíno em uma emboscada planejada na Zona Norte do Rio. O crime ocorrido em 11 de setembro repetiu os ciclos de violência motivada por rivalidades entre torcidas organizadas, reforçando a necessidade de ações conjuntas das forças policiais para conter tais episódios[7].

Com a aproximação do clássico, as autoridades permanecem atentas aos riscos de confrontos e investem na prevenção e repressão a qualquer ato violento, buscando garantir a segurança de todos os torcedores e cidadãos do entorno do Maracanã.

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