As campanhas do Vasco em competições continentais desde 2000

## Vasco em competições continentais desde 2000: trajetória, glórias e frustrações

No novo milênio, o Club de Regatas Vasco da Gama manteve sua tradição como um dos protagonistas do futebol sul-americano, embora tenha enfrentado altos e baixos em suas trajetórias continentais. Desde a emblemática conquista da Copa Mercosul em 2000 até as tentativas de volta ao topo na Libertadores e Sul-Americana, a Cruz de Malta seguiu desafiando adversários de peso, protagonizando momentos inesquecíveis e acumulando experiências valiosas para sua torcida.

**A virada do século: a conquista histórica da Copa Mercosul**

O ano de 2000 entrou para a história vascaína com destaque internacional. Na finalíssima da Copa Mercosul, o Vasco protagonizou uma das maiores viradas do futebol brasileiro, superando o Palmeiras – então campeão da Libertadores – por 4 a 3. O time, com destaque para Romário, que marcou três gols na partida, ficou famoso como ‘O Time da Virada’. Esse feito é lembrado até hoje como um dos maiores êxitos recentes do clube no cenário continental[1][4].

A vitória na Mercosul, somada ao título brasileiro daquele mesmo ano, solidificou o Vasco como uma potência do futebol nacional e sul-americano no início do século, mantendo viva a chama das glórias conquistadas em disputas intercontinentais, como o Torneio de Paris de 1957[1][3].

**Participações na Libertadores e Mercosul nos anos 2000**

Depois do título em 2000, o Vasco voltou a disputar a Libertadores da América em algumas edições, mas sem o mesmo impacto. O clube enfrentou grandes dificuldades para avançar nas fases decisivas, muitas vezes sendo superado por rivais tradicionais em partidas emocionantes, mas terminando sempre no quase, sem repetir o bicampeonato de 1998.

Em paralelo, as campanhas nas competições secundárias do continente, como a Copa Sul-Americana, também não trouxeram alegrias expressivas para a torcida cruzmaltina. O Vasco raramente conseguiu avançar além dos primeiros confrontos, refletindo um momento de transição e reconstrução institucional, com escalações mais jovens e investimentos menores em comparação com o passado recente.

**No Mundial de Clubes da FIFA e a participação simbólica**

No final de 2000, campeão brasileiro e da Mercosul, o Vasco foi um dos representantes do Brasil no recém-criado Mundial de Clubes da FIFA, encerrando a década de ouro com uma participação histórica. O clube chegou à final, mas foi derrotado pelo Corinthians no Japão, consolidando o vice-campeonato mundial e reforçando sua presença nos grandes torneios do planeta[5].

**O desafio de renascer no continente**

Desde então, a volta do Vasco ao topo do continente tornou-se um dos maiores desafios da diretoria e da torcida. O clube investiu em reformulações em sua estrutura, mas os resultados esportivos ainda não permitiram o regresso triunfal às conquistas continentais. As campanhas mais recentes, inclusive na Série B do Brasileirão, mostraram que o caminho é longo, mas o amor à camisa continua motivando novas gerações de jogadores e torcedores a sonhar com a renovação do ciclo de glórias.

**Legado e expectativas**

A trajetória do Vasco da Gama no cenário sul-americano desde 2000 é marcada, portanto, por uma grande conquista, algumas frustrações e muitas lições. O clube segue como referência de raça e tradição, buscando, a cada ano, reconquistar espaço entre as principais potências do futebol sul-americano. A esperança cruzmaltina é que, em breve, novas gerações de ídolos escrevam capítulos tão marcantes quanto os de 1957, 1998 e 2000 na história do futebol internacional.

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