## Exclusivo: Novo Capítulo do Imbróglio Societário do Vasco – Entenda o Andamento da Disputa Judicial com a 777 Partners
O Club de Regatas Vasco da Gama está no centro de um dos processos societários mais conturbados do futebol brasileiro. O pivô da polêmica: a questão do controle da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), que colocou em confronto o clube associativo, presidido por Pedrinho, e a gestão da empresa norte-americana 777 Partners[1][4][5].
A disputa ganhou novos contornos nos últimos meses. Em março de 2025, o Vasco anunciou que entraria com ação judicial contra a 777 Partners, buscando indenização por supostos danos causados durante a gestão da SAF. Segundo Felipe Carregal, vice-presidente jurídico do clube, a 777 teria praticado gestão temerária, aumentando a dívida histórica do Vasco e descumprindo compromissos financeiros básicos durante o tempo em que esteve à frente da SAF, até maio de 2024[1][4][5].
### Embarque em Nova Fase de Arbitragem
O contrato entre Vasco e 777 previa, em caso de litígio, a solução via Câmara de Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas. Porém, a escolha do árbitro tem sido especialmente complicada – pela terceira vez consecutiva, a indicação feita pelo clube foi refutada sob alegação de conflito de interesses. Primeiro, Ana Tereza Basílio renunciou diante das críticas; em seguida, Caio Rocha também desistiu da indicação; e, mais recentemente, Luciano Bandeira, ex-presidente da OAB-RJ, foi afastado após impugnação da própria Câmara de Arbitragem, atendendo a um pedido da 777, que questionou sua imparcialidade[2][4].
Apesar desses impasses, o processo segue seu curso, e o mérito da controvérsia deverá ser julgado em breve, apesar de ainda não haver data definida. Enquanto isso, o Vasco obteve importantes vitórias na Justiça do Rio de Janeiro: a 20ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ manteve de pé a liminar que suspendeu os poderes societários da 777 e devolveu o controle da SAF ao clube associativo, decisão de 29 de maio de 2025, unânime e que não cabe recurso imediato para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) devido à natureza liminar do caso[4][5].
### Vigilância Judicial sobre o Vasco
Apesar do controle voltar para Pedrinho e o clube associativo, a Justiça impôs limites significativos à gestão da SAF. O desembargador Cesar Cury, do TJ-RJ, determinou que qualquer transação financeira relevante, alienação de ativos ou reorganização societária deve ter autorização judicial prévia enquanto durar a liminar[3]. O clube garantiu que, no momento, não há operações de impacto planejadas, e que a rotina do futebol segue sob normalidade[3].
### O que está em Jogo
O Vasco acusa a 777 de ter deixado de cumprir obrigações contratuais básicas e de ter exposto o clube a riscos financeiros e institucionais – acusações que, segundo a decisão do TJ-RJ, se mostraram suficientemente graves para justificar a suspensão dos poderes da empresa[5]. Por outro lado, a 777 também conseguiu limitar a autonomia do clube ao exigir o aval da Justiça para qualquer movimento relevante na gestão da SAF, argumentando pela cautela na aplicação provisória da decisão[3].
### O Próximo Ato
Com a arbitragem em andamento, a disputa tende a se prolongar. O Vasco busca reparação financeira e a confirmação definitiva do controle sobre a SAF, enquanto a 777 se defende e trabalha para reverter a decisão liminar no mérito do processo. O desfecho deve impactar não apenas a vida administrativa e financeira do Vasco, mas também criar precedentes relevantes para o modelo de SAFs no futebol brasileiro.
Seja na Justiça ou na arbitragem, o Vasco prossegue firme na defesa de seus interesses históricos, enquanto o futebol brasileiro acompanha de perto mais um capítulo turbinado por paixão e negócios.
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