O Vasco da Gama assinou um **acordo para pagamento de R$ 22 milhões** a Romário, encerrando uma longa disputa judicial que já se arrasta há mais de uma década. A decisão da Justiça recente liberou a penhora de parte das cotas de patrocínio e dos direitos econômicos de jogadores do clube, como Fellipe Bastos, para garantir o cumprimento do acordo.
Romário, ídolo e ex-jogador do Vasco, tinha uma dívida acumulada com o clube em decorrência de indenizações trabalhistas e valores de rescisão que somavam cerca de R$ 22 milhões. Nos últimos anos, o clube tentou renegociar essa dívida para aliviar o impacto financeiro, chegando a fazer reduções no valor e parcelamentos com garantias nas receitas futuras do programa sócio-torcedor, que se expandiu consideravelmente, tornando-se um dos maiores do país.
Em 2020, por exemplo, o Vasco conseguiu reduzir a dívida para cerca de R$ 12 milhões, com Romário aceitando receber um valor à vista e o restante parcelado em aproximadamente 40 prestações mensais. Para garantir esses pagamentos, o clube usou como garantia a receita futura do programa de sócio-torcedor, que vem crescendo expressivamente, ultrapassando até o Flamengo em número de associados. O programa é visto como peça-chave para a saúde financeira do clube, permitindo investimentos no time e na base.
Apesar dessas tentativas de acordo parcelado, a Justiça autorizou a penhora de receitas e direitos econômicos para assegurar o recebimento integral desse montante, fortalecendo o compromisso do Vasco com o ex-atacante. O acerto representa um passo importante para o clube, que tem buscado equilibrar suas finanças e retomar o protagonismo no futebol brasileiro.
Essa nova fase no relacionamento financeiro entre Vasco e Romário reflete não apenas a importância de solucionar pendências históricas, mas também a relevância do planejamento financeiro e da mobilização da torcida para garantir a sustentabilidade e o crescimento do clube.
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